PSICANALISTA · SUPERVISORA · TRANSMISSÃO

Oi, eu sou a Kátia
Monteiro

A escuta, para mim, é cuidado. E é rigor diante do que retorna, do que insiste e do que se repete.
Antes, eu organizava sistemas, normas e processos. Hoje escuto pessoas: na clínica, na supervisão e nos grupos de estudo.
Em tudo o que fiz, o fio foi a comunicação entre pessoas.
Uma pergunta me move: como a teoria pode nos ajudar a escutar melhor?
Não para juntar conceitos, mas para perceber o que cabe numa palavra, num silêncio, numa cena do dia a dia.
E sigo aprendendo, junto com quem estuda comigo.

Na minha experiência, me arrisco a dizer que Lacan não dá sentido à sua vida.
Ele clareia a estrutura — e aí você vê o que antes não via.

 

Há algo que não para de não se escrever.
A clínica lacaniana é a aposta de que isso tem consequências —
e que vale a pena sustentar essa aposta.

O trabalho

Três eixos que se atravessam
e se sustentam entre si.

01

Atendimento clínico

Sessões individuais, sustentadas pela ética da psicanálise lacaniana. Um espaço de trabalho com a própria palavra — onde cada um pode interrogar o que está em jogo naquilo que vive.

02

Supervisão clínica

Espaço de construção e sustentação da clínica. O que se traz não é um relatório técnico, mas aquilo que desestabilizou: a dúvida, a falha, o ponto que escapou.

03

Estudo em grupo

Grupos de leitura e estudo voltados à clínica e aos fundamentos da psicanálise. Porque a leitura solitária tem limites.

Por que Lacan

O que me fez ficar foi o desafio.
E o que o desafio me deu — que eu não esperava —
foi isso: uma simplicidade escondida sob a estrutura.

A dificuldade real

Sustentar a clínica lacaniana não é tarefa solitária.

A dificuldade real

Estudar Lacan já é desafiador. Sustentar a clínica sem interlocução é ainda mais. Não porque o analista seja fraco — mas porque a estrutura exige laço.

— Dúvidas sobre manejo que não encontram resposta no texto

— Insegurança diante de um caso que não avança

— Dificuldade em localizar o sujeito no que é dito

— Tropeços na transferência que passaram despercebidos

— A sensação de que algo escapou — e não saber o quê

— Travas na escrita do caso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“A clínica se sustenta no laço. E o laço se constrói — não se herda.”

 

Perguntas frequentes

O que as pessoas
costumam perguntar.

Sobre a supervisão

O que eu trago para a supervisão?

Tudo aquilo que desestabilizou: a dúvida, a falha, o ponto que escapou, o caso que não avançou. A supervisão parte do vivido na clínica, não de um relatório fechado.

É para iniciantes ou para quem tem experiência?

Para ambos. O que importa é o desejo de sustentar a clínica e de trabalhar a própria posição — não o número de anos de consultório.

A supervisão é online?

Sim. Todo o trabalho acontece de forma online.

Sobre os grupos de estudo

Por que estudar Lacan em grupo?

Porque a leitura solitária tem limites. O grupo permite deslocamentos, cortes e construções que não se produzem sozinho — e que mudam a posição de quem lê.

O grupo substitui a supervisão ou a análise?

Não. São eixos distintos. O grupo é voltado à leitura, à transmissão e à articulação com a clínica — não à condução de casos.

Preciso ter muita base teórica?

Não necessariamente. O importante é a disposição para o estudo e para sustentar perguntas — mesmo as que não têm resposta imediata.

Sobre o atendimento

Quando procurar análise?

Quando algo se repete e causa sofrimento. Diante de impasses nas escolhas de vida. Em situações de angústia, perdas ou transições importantes. Quando as respostas habituais já não dão conta.

A análise é indicada para quem estuda psicanálise?

Sim. A análise pessoal é parte fundamental da formação — não um detalhe da carreira, mas uma condição ética da prática clínica.

Como funciona o primeiro contato?

Via WhatsApp. Uma conversa inicial, sem compromisso. A partir daí, vemos juntos o que faz sentido.

Próximo passo

Algo tropeçou.
Isso pode ser o começo.

Se alguma coisa aqui nomeou o que você vive — na clínica ou fora dela — o próximo passo é simples.

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